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NOVA TURMA DE CURSO INICIANDO EM SET/2026: Curso de Projeto de Fundações – Abordagem Geotécnica (INBEC)



Projeto de Fundações

Formação online de 20 horas aborda investigação do subsolo, critérios para escolha de fundações, capacidade de carga, recalques, fundações superficiais e profundas e aplicação prática com o software Fine GEO5


Resumo

O INBEC – Instituto Brasileiro de Educação Continuada abre uma nova turma do Curso de Projeto de Fundações – Abordagem Geotécnica – Online, que será realizada nos dias 25, 26 e 27 de setembro de 2026, com carga horária de 20 horas, sob coordenação e docência do professor Eclesielter Batista Moreira.


A formação apresenta fundamentos, premissas, critérios de dimensionamento e processos construtivos envolvidos no projeto de fundações a partir de uma abordagem geotécnica. O conteúdo percorre desde a investigação do subsolo e a interpretação das informações necessárias ao projeto até a definição da solução de fundação, capacidade de carga, recalques, tensão e carga admissíveis e controle de qualidade.


Ao longo das aulas, serão estudadas fundações superficiais e profundas, com aplicação do software Fine GEO5. A proposta é aproximar conceitos de Geotecnia das decisões que o profissional precisa tomar diante das características do terreno, das ações provenientes da estrutura e das particularidades de cada empreendimento. O curso é indicado para engenheiros, geólogos, gerentes, executivos, estudantes e demais profissionais que atuam ou desejam aprofundar conhecimentos na área.


Tópicos que você vai encontrar neste texto

  • Por que o projeto de fundações depende do conhecimento do subsolo
  • Como a investigação geotécnica influencia a escolha da fundação
  • Quais informações são necessárias para projetar uma fundação
  • Fundações superficiais e profundas: quais são as diferenças
  • O que são capacidade de carga, recalque e tensão admissível
  • Como escolher o tipo de fundação de uma edificação
  • Qual é a importância do controle de qualidade das fundações
  • Como o Fine GEO5 pode apoiar análises geotécnicas
  • O que será estudado na nova turma do INBEC
  • Para quem a formação é indicada


Por que o projeto de fundações exige uma abordagem geotécnica?

Toda edificação precisa transmitir suas cargas ao terreno de forma compatível com as condições de segurança e desempenho previstas para a estrutura. É justamente nessa interface entre estrutura e solo que as fundações desempenham seu papel.


Mas o subsolo não é um material homogêneo. Camadas diferentes podem apresentar comportamentos distintos em relação à resistência, deformabilidade, presença de água e outras características relevantes. Essas condições também podem variar dentro de um mesmo terreno.


Ao mesmo tempo, cada empreendimento possui suas próprias particularidades: geometria, cargas, número de pavimentos, sistema estrutural, uso da edificação, condições de vizinhança e restrições executivas, entre outras.


Por isso, não existe uma solução de fundação adequada simplesmente porque determinado tipo foi utilizado com sucesso em uma obra próxima. A definição precisa considerar conjuntamente as características da estrutura e as informações geotécnicas disponíveis. É essa relação que orienta a proposta do Curso de Projeto de Fundações – Abordagem Geotécnica, do INBEC.


Como a investigação do subsolo influencia o projeto de fundações?

Antes de definir dimensões ou calcular a capacidade de uma fundação, o projetista precisa conhecer o terreno que receberá as cargas da estrutura. A investigação geotécnica fornece informações que ajudam a construir esse conhecimento.


O programa do curso apresenta três grupos de métodos:

  • Métodos diretos: permitem observar ou acessar diretamente materiais e condições existentes no subsolo.
  • Métodos semidiretos: utilizam procedimentos de investigação capazes de fornecer informações sobre as camadas e características geotécnicas do terreno.
  • Métodos indiretos: permitem inferir características do subsolo a partir da resposta física obtida por diferentes técnicas de investigação.


A escolha e a interpretação dessas informações fazem diferença porque uma fundação não é projetada isoladamente daquilo que existe abaixo dela.


Um exemplo prático

Imagine dois edifícios com cargas estruturais semelhantes construídos em terrenos diferentes. No primeiro, as camadas com características adequadas para receber as solicitações podem estar próximas à superfície. No segundo, as condições superficiais podem não permitir a mesma solução e camadas mais competentes podem ocorrer em maior profundidade.


Embora as edificações tenham cargas semelhantes, as soluções de fundação podem ser diferentes porque o comportamento do subsolo também é diferente. Esse é um dos motivos pelos quais investigação, projeto e execução precisam ser entendidos como partes relacionadas de uma mesma decisão de Engenharia.


O que o projetista precisa analisar antes de escolher uma fundação?

A pergunta “qual é a melhor fundação?” não possui uma resposta única fora do contexto de um empreendimento. A decisão depende da combinação de diferentes informações. Entre elas estão:

  • características e perfil do subsolo;
  • ações transmitidas pela estrutura;
  • geometria da edificação;
  • características dos elementos de fundação;
  • comportamento esperado do solo;
  • capacidade de carga;
  • recalques previstos;
  • condições de execução;
  • controle de qualidade;
  • segurança e desempenho;
  • aspectos econômicos e construtivos.


O programa também contempla as ações nas fundações, relacionando o conteúdo às referências normativas previstas na formação, entre elas a ABNT NBR 6122:2019 e a ABNT NBR 8681:2003. A escolha da solução, portanto, surge de uma análise técnica. Uma alternativa pode apresentar capacidade suficiente para receber determinada carga e, ainda assim, precisar ser avaliada sob outros aspectos, como deformações e viabilidade executiva.


Fundações superficiais e profundas: qual é a diferença?

Essa é uma das distinções fundamentais para quem começa a estudar Engenharia de Fundações. De maneira geral, as fundações superficiais transmitem as cargas ao terreno por sua base e trabalham em profundidades relativamente pequenas em relação às suas dimensões.


As fundações profundas, por sua vez, transferem cargas ao terreno em maiores profundidades, podendo mobilizar resistência pela base, pela superfície lateral ou pela combinação desses mecanismos. Essa diferença básica não significa que uma categoria seja melhor do que a outra. A decisão depende das condições encontradas no projeto.



Capacidade de carga, tensão admissível e recalque: por que analisar os três?

Projetar uma fundação não significa apenas verificar se o solo “aguenta” determinado carregamento. Existem diferentes aspectos do comportamento solo–fundação que precisam ser considerados.


Capacidade de carga

Está relacionada à resistência do sistema solo–fundação diante das solicitações impostas. No curso, o conceito é estudado tanto para fundações superficiais quanto para fundações profundas, incluindo estacas.


Tensão ou carga admissível

Relaciona as condições de projeto aos limites adotados para que a fundação trabalhe adequadamente diante das solicitações previstas. Na programação, aparece como tensão admissível nas fundações superficiais e carga admissível nas fundações profundas.

Recalques

Uma fundação pode sofrer deslocamentos verticais em razão das deformações do solo e da interação com a estrutura. Esses deslocamentos precisam ser analisados porque o comportamento de uma edificação não depende somente de evitar uma ruptura do terreno.


Recalques excessivos ou diferenciais podem afetar elementos estruturais e não estruturais, interferindo no desempenho da construção. Por isso, o curso trabalha capacidade de carga e recalques conjuntamente, aproximando duas verificações essenciais do projeto geotécnico.


Como escolher entre uma fundação superficial e uma fundação profunda?

Considere uma situação hipotética: um terreno apresenta condições adequadas nas camadas próximas à superfície e receberá uma edificação cujas solicitações são compatíveis com essas características.


Nesse caso, uma solução superficial pode entrar entre as alternativas analisadas. Agora imagine outro empreendimento, com cargas maiores e condições geotécnicas superficiais desfavoráveis. A investigação identifica estratos com comportamento mais adequado em profundidades maiores.


Nesse segundo caso, soluções profundas podem se tornar necessárias. Na prática, porém, a decisão é mais ampla do que essa comparação simplificada. O projetista precisa confrontar dados do subsolo, ações da estrutura, comportamento esperado, solução construtiva e condições particulares da obra.


É por isso que a investigação geotécnica aparece logo no início do programa do curso: ela fornece parte das informações que sustentarão as decisões posteriores.


O que acontece quando o subsolo não é suficientemente conhecido?

A ausência ou insuficiência de informações geotécnicas aumenta a incerteza envolvida no projeto. Isso pode levar a decisões pouco compatíveis com as condições reais encontradas durante a execução, exigir adaptações e dificultar a previsão do comportamento das fundações.


Há também uma questão econômica importante. Projetar com segurança não significa simplesmente adotar a solução mais robusta possível. Uma fundação precisa ser tecnicamente adequada às condições do empreendimento, evitando tanto soluções insuficientes quanto escolhas excessivamente conservadoras sem justificativa técnica.


É justamente por isso que segurança e economia não precisam ser tratadas como objetivos opostos. Quanto melhor o conhecimento sobre o terreno e sobre o comportamento esperado da solução, melhores são as condições para fundamentar as decisões do projeto.


Por que edifícios mais altos e terrenos complexos aumentam o desafio?

A verticalização das cidades modifica as solicitações impostas aos sistemas de fundação e pode aumentar a complexidade das decisões de projeto. Ao mesmo tempo, a expansão urbana faz com que novos empreendimentos sejam implantados em terrenos com condições geotécnicas bastante diversas.


Edificações de maior porte também podem apresentar cargas elevadas e maior sensibilidade a determinados comportamentos do sistema solo–estrutura. Isso exige do profissional capacidade para interpretar informações geotécnicas em conjunto com as necessidades estruturais e construtivas do empreendimento.


É nesse ponto que a Geotecnia deixa de ser apenas um conjunto de cálculos isolados e passa a orientar a concepção da solução de fundações.


Qual é a importância do controle de qualidade em fundações?

O desempenho previsto em projeto também depende da forma como a solução é executada. Nas fundações profundas, por exemplo, diferentes processos executivos podem envolver equipamentos, procedimentos e controles específicos. Condições encontradas durante a obra também precisam ser acompanhadas e registradas.


Por isso, o programa dedica parte do conteúdo ao controle de qualidade de fundações. Esse acompanhamento ajuda a verificar se aquilo que está sendo executado é compatível com os critérios previstos e fornece informações relevantes sobre o processo construtivo.


Projeto e obra, portanto, não devem ser vistos como universos completamente separados. O conhecimento dos processos executivos também ajuda o projetista a desenvolver soluções tecnicamente viáveis.


Como o Fine GEO5 é utilizado em projetos geotécnicos?

As aulas contarão com a utilização do Fine GEO5, conjunto de softwares voltados a diferentes tipos de análises e projetos geotécnicos. Dentro desse ecossistema existem módulos destinados a problemas como fundações superficiais, estacas, grupos de estacas, recalques e outras análises relacionadas à Geotecnia.


No contexto do curso, o software funciona como ferramenta de apoio à aplicação dos conceitos estudados. Essa distinção é importante. Um programa pode executar cálculos e organizar análises, mas cabe ao profissional compreender quais informações devem ser inseridas, quais hipóteses estão sendo consideradas e se o resultado obtido possui coerência com o problema geotécnico analisado.


Em outras palavras, aprender a utilizar uma ferramenta não substitui o entendimento de capacidade de carga, recalques, propriedades do terreno, ações estruturais e critérios de projeto. O curso procura justamente aproximar essas duas dimensões: conhecimento geotécnico e aplicação prática.


Do subsolo à fundação: como as decisões se conectam?

Uma maneira de visualizar o processo é acompanhar a sequência de perguntas que surgem em um projeto:


1. O que existe no subsolo?

A investigação fornece informações sobre as condições geotécnicas encontradas.


2. O que a estrutura transmitirá às fundações?

As ações e características do empreendimento precisam ser conhecidas.


3. Quais soluções são tecnicamente possíveis?

O projetista analisa tipos de fundação compatíveis com as condições identificadas.


4. A solução possui capacidade adequada?

São realizadas verificações relacionadas à resistência.


5. Como essa fundação deverá se deformar?

Os recalques também precisam ser avaliados.


6. A solução pode ser executada adequadamente?

Processos construtivos, condições da obra e controle de qualidade entram na análise.


Essa sequência ajuda a explicar por que o projeto de fundações é uma atividade de integração entre informações, e não simplesmente a aplicação de uma fórmula.


Por que o Curso de Projeto de Fundações do INBEC se destaca?


Abordagem centrada na Geotecnia

O conteúdo começa pela investigação do subsolo e desenvolve as decisões de projeto a partir da relação entre terreno, fundação e estrutura.


Fundações superficiais e profundas

A formação trabalha os dois grandes grupos, abordando capacidade de carga, recalques e critérios relacionados ao dimensionamento.


Relação entre teoria e aplicação

Os conceitos são associados às decisões encontradas no desenvolvimento de projetos, desde a investigação até a definição da solução e o controle de qualidade.


Utilização do Fine GEO5

O curso inclui aplicação de software voltado a análises geotécnicas, permitindo aproximar os fundamentos estudados de ferramentas utilizadas para apoiar o desenvolvimento dos projetos.


Conteúdo concentrado em um final de semana

A formação possui 20 horas, distribuídas entre sexta-feira, sábado e domingo, permitindo uma imersão no tema durante um único final de semana.


Quem é o professor Eclesielter Batista Moreira?

O curso será ministrado e coordenado pelo professor Eclesielter Batista Moreira, Doutor em Engenharia Civil, com área de concentração em Geotecnia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mestre em Engenharia Civil com concentração em Geotecnia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), especialista em Infraestrutura de Transporte e Rodovias pela Universidade da Cidade de São Paulo (UNICID) e graduado em Engenharia Civil pela Faculdade Ideal (FACI).


É professor de Geotecnia e Obras de Terra da Universidade Positivo, em Curitiba, e possui experiência profissional em projetos, supervisão, construção e conservação rodoviária, estabilidade de taludes, contenções, fundações, pavimentos, análises geotécnicas e aplicação de geossintéticos.


Também desenvolve pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da UFRGS, com trabalhos relacionados a ensaios de laboratório e campo, materiais geotécnicos artificialmente cimentados, rejeitos de mineração, solos reforçados com fibras, resíduos industriais, estabilização e melhoramento de solos e aplicações em pavimentação e fundações.


Sua trajetória reúne, portanto, experiência acadêmica, pesquisa e atuação profissional diretamente relacionadas à Geotecnia, aproximando fundamentos científicos das situações encontradas na prática da Engenharia.


Para quem este curso é indicado?

O Curso de Projeto de Fundações – Abordagem Geotécnica é indicado para:

  • engenheiros;
  • geólogos;
  • gerentes e executivos que atuam na área;
  • demais profissionais relacionados ao setor;
  • estudantes das áreas mencionadas.


Por se tratar de um curso de extensão, podem participar profissionais e estudantes contemplados pelo público-alvo informado para a formação. O certificado de participação será emitido para alunos que alcançarem pelo menos 75% de presença.


Quando acontece a nova turma?

A nova turma do Curso de Projeto de Fundações – Abordagem Geotécnica – Online possui carga horária total de 20 horas e será realizada em um único final de semana:

  • 25 de setembro de 2026 — sexta-feira, das 18h às 23h
  • 26 de setembro de 2026 — sábado, das 8h às 19h
  • 27 de setembro de 2026 — domingo, das 8h às 13h


As aulas serão realizadas online, com o professor Eclesielter Batista Moreira.


Perguntas frequentes sobre projeto de fundações


O que é um projeto de fundações?

É o projeto que define e dimensiona os elementos responsáveis por transmitir ao terreno as ações provenientes da estrutura, considerando características da edificação, condições geotécnicas e requisitos técnicos aplicáveis.


Por que é necessário investigar o solo antes de projetar uma fundação?

Porque o comportamento do sistema depende das características do subsolo. A investigação fornece informações necessárias para compreender as condições geotécnicas e fundamentar a escolha e o dimensionamento da solução.


Qual é a diferença entre fundação superficial e profunda?

De forma geral, fundações superficiais transmitem cargas ao terreno por sua base em profundidades relativamente pequenas em relação às suas dimensões. Fundações profundas trabalham em maiores profundidades e podem mobilizar resistência pela base, pela superfície lateral ou por ambas.


O que é recalque de uma fundação?

É o deslocamento vertical associado à deformação do sistema solo–fundação. Sua análise é importante porque recalques excessivos ou diferenciais podem interferir no desempenho da edificação.


O curso aborda fundações em estacas?

Sim. A programação de fundações profundas contempla capacidade de carga, recalques e carga admissível em estacas, além de controle de qualidade.


O curso utiliza software?

Sim. Será utilizado o Fine GEO5, software voltado a análises e projetos geotécnicos.


Preciso ser engenheiro formado para participar?

Não necessariamente. O público informado pelo INBEC contempla profissionais e estudantes das áreas relacionadas ao curso.


O curso fornece certificado?

Sim. O certificado de participação será emitido aos participantes que tiverem pelo menos 75% de presença.


Por que se inscrever nesta turma?

Projetar fundações exige relacionar duas partes de um empreendimento que possuem comportamentos bastante diferentes: a estrutura construída e o terreno natural que receberá suas cargas.


É justamente nessa interface que entram investigação geotécnica, capacidade de carga, recalques, escolha da solução, processos construtivos e controle de qualidade. A nova turma do INBEC organiza esses conteúdos em uma formação de 20 horas que percorre o raciocínio necessário para compreender a concepção das fundações a partir das condições reais do subsolo e das solicitações da edificação.


Com o apoio do Fine GEO5, os participantes também poderão relacionar fundamentos teóricos a ferramentas computacionais utilizadas em análises geotécnicas. Para profissionais e estudantes interessados em Geotecnia e Engenharia de Fundações, a formação oferece uma oportunidade de aprofundar conhecimentos que interferem diretamente em três aspectos essenciais de qualquer solução: segurança, desempenho e viabilidade construtiva.


Conclusão

A solução de fundação começa muito antes do dimensionamento de um elemento. Ela depende de compreender o terreno, interpretar as informações obtidas na investigação, conhecer as ações provenientes da estrutura e avaliar como o sistema solo–fundação deverá se comportar.


O Curso de Projeto de Fundações – Abordagem Geotécnica, do INBEC, percorre essas decisões desde a investigação do subsolo até o estudo de fundações superficiais e profundas, capacidade de carga, recalques, cargas admissíveis e controle de qualidade. Com 20 horas de formação online e aplicação do Fine GEO5, a nova turma acontece nos dias 25, 26 e 27 de setembro de 2026, sob coordenação e docência do professor Eclesielter Batista Moreira.


Fale com a equipe do INBEC, consulte a disponibilidade de vagas e faça sua inscrição na nova turma do Curso de Projeto de Fundações – Abordagem Geotécnica.