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NOVA TURMA DE PÓS-GRADUAÇÃO INICIANDO EM SET/2026: Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações (INBEC)



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Turma 45 da especialização online tem 400 horas e formação voltada ao projeto de estruturas de concreto armado e protendido, fundações, pontes, pré-fabricados e uso de ferramentas computacionais como TQS e AutoCAD


Resumo

O INBEC – Instituto Brasileiro de Educação Continuada confirma a abertura da Turma 45 da Pós-Graduação – Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações – Online, com início nos dias 25, 26 e 27 de setembro de 2026. Com 400 horas de carga horária e duração de 20 meses, a especialização lato sensu foi estruturada para aprofundar a formação de profissionais interessados em projeto estrutural, reunindo conteúdos de concreto armado, concreto protendido, fundações e contenções, pontes, estruturas pré-fabricadas, patologia, reforço estrutural e recursos computacionais aplicados ao cálculo e à verificação de estruturas.


Um dos diferenciais da formação é integrar o conhecimento sobre o comportamento das estruturas à prática de projeto. São 80 horas dedicadas ao concreto armado, 60 horas ao concreto protendido, 40 horas às estruturas de fundações e 60 horas às estruturas pré-fabricadas, além de conteúdos sobre pontes, patologias e tópicos especiais.


A pós-graduação também dedica 40 horas ao projeto, cálculo e verificação de estruturas de edificações em concreto armado com programa computacional, utilizando o TQS, além do AutoCAD. A especialização já realizou mais de 100 turmas em diferentes regiões do Brasil e formou mais de 3 mil engenheiros.


Tópicos que você vai encontrar neste texto

- O que faz um projetista de estruturas de concreto

- Por que cálculo estrutural vai além do uso de softwares

- Quais conhecimentos fazem parte de um projeto estrutural

- Concreto armado e protendido: quais são as diferenças

- Como fundações se relacionam com o projeto da estrutura

- Qual é o papel das estruturas pré-fabricadas e das pontes na formação

- Por que estudar patologia e reforço estrutural

- Como o TQS é utilizado em projetos estruturais

- O que diferencia a especialização do INBEC

- Para quem a nova turma é indicada


O que faz um projetista de estruturas de concreto?

Antes de entender a proposta da especialização, vale responder a uma pergunta que aparece com frequência entre engenheiros interessados na área: o que um projetista estrutural realmente precisa saber fazer?


O projeto estrutural transforma as características arquitetônicas, funcionais e construtivas de uma edificação em um sistema capaz de receber e transmitir as ações previstas durante sua vida útil, atendendo aos requisitos técnicos aplicáveis. Isso envolve muito mais do que dimensionar vigas, pilares e lajes isoladamente.


O profissional precisa compreender o comportamento global da estrutura, conceber o sistema estrutural, analisar ações, interpretar modelos, dimensionar e detalhar elementos e avaliar a relação da estrutura com aspectos como execução, durabilidade e fundações.


Uma decisão tomada durante a concepção pode repercutir em várias etapas posteriores. A posição de pilares interfere na arquitetura e na distribuição dos esforços; a escolha do sistema estrutural influencia vãos, dimensões e consumo de materiais; e as cargas precisam chegar adequadamente às fundações. Por isso, a especialização do INBEC trabalha o percurso de analisar, calcular, detalhar e projetar estruturas de concreto, em vez de concentrar a formação somente na execução de cálculos.


Por que o projeto estrutural exige uma formação tão abrangente?

A Engenharia Civil possui uma graduação ampla. Durante a formação, o estudante precisa entrar em contato com estruturas, Geotecnia, materiais, hidráulica, transportes, saneamento, gestão, construção e diversas outras áreas. Para quem decide seguir pelo cálculo estrutural, essa base precisa posteriormente ser aprofundada.


O projetista passa a lidar com questões que exigem conhecimento específico sobre comportamento estrutural, concreto armado e protendido, modelagem, detalhamento, fundações, sistemas construtivos, normas técnicas e ferramentas computacionais.


Essa necessidade também acompanha as transformações das cidades brasileiras. Dados da PNAD Contínua apresentados pelo IBGE mostram que o número de apartamentos no país passou de aproximadamente 9,1 milhões em 2016 para 13,6 milhões em 2025, crescimento de 48,7%. No mesmo período, a quantidade de casas cresceu 14,2%. Os números ajudam a dimensionar o avanço da moradia vertical no país, embora não representem, isoladamente, toda a demanda por projetos estruturais. 


Nesse contexto, projetar estruturas envolve conciliar segurança, desempenho, construtibilidade e uso racional dos recursos, além de acompanhar tecnologias e procedimentos que continuam evoluindo depois da graduação.


Concreto armado e concreto protendido: qual é a diferença?

Os dois sistemas utilizam concreto e aço, mas trabalham com princípios diferentes.


No concreto armado, as armaduras passivas atuam em conjunto com o concreto para resistir às solicitações da estrutura. É um dos sistemas mais presentes nas edificações brasileiras e ocupa 80 horas da matriz da especialização, distribuídas em quatro disciplinas.


Já no concreto protendido, introduzem-se esforços prévios por meio das armaduras de protensão. Essa técnica permite modificar o estado de tensões da peça e pode oferecer soluções interessantes para determinadas situações de projeto, inclusive quando existem vãos e solicitações que tornam a protensão tecnicamente vantajosa.


A especialização dedica 60 horas ao concreto protendido. A escolha entre soluções não deve ser tratada como uma disputa sobre qual sistema é melhor. Ela depende das características do empreendimento, dos vãos, das ações, das condições construtivas, dos requisitos de desempenho e de outros fatores que precisam ser avaliados pelo projetista.




Compreender os dois amplia o repertório para que o profissional possa analisar diferentes soluções em vez de partir sempre da mesma resposta estrutural.


Onde entram as fundações no projeto estrutural?

A estrutura não termina no pavimento térreo. Todas as ações precisam ser transmitidas ao terreno por meio das fundações, o que torna a interface entre superestrutura, infraestrutura e solo uma parte importante da concepção do projeto. 


A especialização reserva 40 horas às Estruturas de Fundações, divididas em duas disciplinas. Para o projetista estrutural, esse conhecimento permite compreender melhor como os esforços provenientes da edificação chegam aos elementos de fundação e quais informações precisam ser consideradas no desenvolvimento da solução.


Um edifício pode apresentar, por exemplo, pilares com cargas bastante diferentes. Essas solicitações precisam ser compatibilizadas com as características do terreno e com a solução geotécnica adotada. É também um bom exemplo de por que estrutura e fundação não devem ser pensadas como projetos completamente independentes. As decisões tomadas em uma interferem nas condições encontradas pela outra.


Projetar bem significa simplesmente usar mais concreto e aço?

Não. Uma estrutura tecnicamente adequada não é aquela que simplesmente utiliza maiores dimensões ou maior quantidade de material. O projeto precisa atender aos requisitos de segurança e desempenho aplicáveis, mas também deve resultar em uma solução executável e coerente com as características do empreendimento.


Isso exige concepção. Imagine duas soluções capazes de atender às verificações estruturais de uma mesma edificação. Uma delas, porém, cria interferências arquitetônicas desnecessárias, dificulta a execução e aumenta o consumo de materiais sem uma justificativa técnica correspondente.


O cálculo isolado não responde se aquela foi a melhor concepção. É por isso que ferramentas computacionais cada vez mais sofisticadas não eliminam a necessidade de conhecimento estrutural. Elas ampliam a capacidade de análise, mas o profissional continua responsável pelas decisões que dão origem ao modelo.


Software de cálculo estrutural substitui o conhecimento do engenheiro?

Não. Programas de cálculo estrutural conseguem processar modelos complexos, realizar verificações e automatizar etapas que seriam extremamente trabalhosas manualmente. Mas o software trabalha a partir de informações, hipóteses e decisões fornecidas pelo projetista.


É o profissional quem precisa compreender questões como:

- qual sistema estrutural utilizar;

- como representar adequadamente a estrutura;

- quais ações considerar;

- quais condições de apoio adotar;

- se o modelo representa satisfatoriamente a estrutura real;

- como interpretar os resultados;

- quais elementos precisam ser redimensionados;

- como detalhar a solução;

- se o resultado é tecnicamente coerente e executável.


Essa relação entre conhecimento de Engenharia e domínio das ferramentas computacionais é uma das bases da especialização.



Como o TQS é utilizado na pós-graduação?

O TQS é um sistema computacional voltado ao projeto de estruturas e será utilizado nas disciplinas de Projeto, Cálculo e Verificação de Estrutura de Edificação em Concreto Armado usando Programa Computacional I e II, que somam 40 horas. Em vez de tratar o software como substituto do cálculo estrutural, a proposta é inseri-lo dentro do processo de projeto. Isso permite relacionar conceitos estudados nas demais disciplinas à modelagem e à análise computacional de uma edificação.


A documentação atual da TQS também reforça essa separação entre ferramenta e conhecimento técnico: o suporte oferecido pela empresa é destinado às dúvidas de utilização do sistema e não a dúvidas relacionadas ao projeto estrutural. 


A pós-graduação também utiliza Autodesk AutoCAD, ampliando o contato dos alunos com recursos computacionais presentes na rotina de desenvolvimento e documentação de projetos.


E quais são os requisitos para utilizar o TQS?

O TQS pode ser instalado em computadores com Windows 10 ou Windows 11, sendo recomendados processador i5 ou superior, 8 GB de memória RAM ou mais, armazenamento de pelo menos 256 GB, monitor com resolução mínima de 1280 × 1024 e placa gráfica compatível com OpenGL 3.3 ou superior.


Para projetos de edifícios de maior porte, são recomendadas configurações superiores e utilização de SSD. Há ainda um cuidado importante: a documentação oficial da TQS informa que sua licença não pode ser instalada em ambientes de máquina virtual e que recursos de virtualização como o Hyper-V podem impedir sua instalação. Consulte os requisitos atualizados do TQS.


Por que estudar estruturas pré-fabricadas de concreto?

A formação de um projetista também precisa considerar sistemas que possuem particularidades diferentes das estruturas moldadas integralmente no local. As estruturas pré-fabricadas de concreto ocupam 60 horas da matriz curricular, distribuídas em três disciplinas. Nesses sistemas, questões relacionadas à produção dos elementos, transporte, montagem, ligações e comportamento das diferentes etapas construtivas precisam ser consideradas no projeto.


Esse conteúdo amplia a visão do aluno para outras formas de conceber estruturas de concreto e para situações encontradas em edificações industriais, comerciais e outros empreendimentos que utilizam sistemas pré-fabricados.


E por que pontes fazem parte da especialização?

O estudo de pontes permite trabalhar situações estruturais que ampliam o repertório desenvolvido nas edificações usuais. A matriz possui três disciplinas de Pontes de Concreto, somando 60 horas.


Ao entrar em contato com diferentes tipologias e problemas estruturais, o profissional consegue compreender como princípios da Engenharia de Estruturas se manifestam em obras com características distintas. Isso contribui para uma formação que não se restringe exclusivamente ao projeto de edifícios residenciais.


Patologia e reforço: por que um projetista precisa estudar estruturas que apresentam problemas?

Porque entender como uma estrutura pode se deteriorar, apresentar manifestações patológicas ou exigir intervenção também ajuda a projetar melhor. A matriz inclui Introdução à Patologia e, nos tópicos especiais, Reforço de Estruturas de Concreto.


Esse conhecimento permite discutir causas e mecanismos relacionados ao desempenho das estruturas e compreender situações em que elementos existentes precisam ser analisados e eventualmente reforçados. A especialização também aborda temas específicos que nem sempre recebem aprofundamento durante a graduação, como estruturas de concreto em situação de incêndio, escadas, marquises e torção.


O que a pós-graduação do INBEC reúne em 400 horas?

A matriz foi estruturada para percorrer diferentes frentes do projeto de estruturas de concreto. São 20 disciplinas de 20 horas cada:


Concreto Armado

- Concreto Armado I

- Concreto Armado II

- Concreto Armado III

- Concreto Armado IV


Concreto Protendido

- Estruturas de Concreto Protendido I

- Estruturas de Concreto Protendido II

- Estruturas de Concreto Protendido III


Fundações

- Estruturas de Fundações I

- Estruturas de Fundações II


Estruturas Pré-Fabricadas

- Estruturas Pré-Fabricadas de Concreto I

- Estruturas Pré-Fabricadas de Concreto II

- Estruturas Pré-Fabricadas de Concreto III


Pontes

- Pontes de Concreto I

- Pontes de Concreto II

- Pontes de Concreto III


Recursos computacionais

- Projeto, Cálculo e Verificação de Estrutura de Edificação em Concreto Armado usando Programa Computacional I

- Projeto, Cálculo e Verificação de Estrutura de Edificação em Concreto Armado usando Programa Computacional II


Patologia e tópicos especiais

- Introdução à Patologia

- Tópicos Especiais I: Estruturas de Concreto em Situação de Incêndio e Escadas

- Tópicos Especiais II: Marquises e Torção, Reforço de Estruturas de Concreto


As disciplinas estão apresentadas em ordem alfabética e não representam necessariamente a sequência em que serão ministradas.


Da concepção ao detalhamento: como as etapas do projeto se relacionam?

Uma maneira prática de compreender a formação é observar o caminho percorrido por um projeto estrutural.


1. Concepção estrutural

O profissional analisa a arquitetura, os vãos, usos e características da edificação para estabelecer um sistema estrutural coerente.


2. Definição e modelagem dos elementos

Lajes, vigas, pilares e demais componentes precisam ser representados de acordo com o comportamento esperado da estrutura.


3. Análise estrutural

O modelo permite estudar como ações e esforços se distribuem pelo sistema.


4. Dimensionamento e verificações

Os elementos são dimensionados e verificados de acordo com os critérios técnicos e normativos aplicáveis.


5. Fundações

As ações da superestrutura precisam ser transmitidas adequadamente ao sistema de fundações e, posteriormente, ao terreno.


6. Detalhamento

O projeto precisa transformar os resultados das análises em informações capazes de orientar a execução.


7. Compatibilização e revisão

Arquitetura, estrutura, instalações e demais disciplinas precisam ser consideradas para reduzir interferências e tornar a solução executável.


É nessa sequência que o domínio de um software passa a fazer sentido: como ferramenta integrada ao raciocínio de projeto, e não como etapa independente.


Por que a Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações do INBEC se destaca?


Formação abrangente em projeto estrutural

As 400 horas percorrem concreto armado, protendido, fundações, pré-fabricados, pontes, patologia e tópicos especiais.


Integração entre cálculo e ferramentas computacionais

A formação reserva 40 horas especificamente ao projeto, cálculo e verificação de edificações com programa computacional, utilizando o TQS, além do uso do AutoCAD.


Conteúdos que vão além das estruturas usuais

Pontes, pré-fabricados, incêndio, escadas, marquises, torção e reforço ampliam o repertório para problemas estruturais diferentes.


Experiência acumulada da formação

A especialização já ultrapassou 100 turmas realizadas no Brasil e 3 mil engenheiros formados, enquanto a nova edição corresponde à Turma 45 desta oferta.


Formação online

A modalidade online permite que engenheiros e arquitetos de diferentes localidades acompanhem a especialização ao longo dos seus 20 meses de duração.


Quem é o coordenador Roberto Chust Carvalho?

A especialização é coordenada pelo professor Roberto Chust Carvalho, Doutor em Engenharia de Estruturas pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Engenharia de Estruturas pela mesma instituição e graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

É Professor Titular do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e atualmente Professor Sênior do departamento, com atuação nas áreas de estruturas de concreto armado e protendido. Sua trajetória também inclui experiência em escritórios de cálculo estrutural e atuação profissional autônoma.


É autor e coautor de livros técnicos da área, entre eles Cálculo e Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto Armado – volumes 1 e 2 e Estruturas em Concreto Protendido. Suas obras de concreto armado ultrapassaram 40 mil exemplares vendidos. Também acumula experiência em pesquisa e formação acadêmica, com orientação de iniciações científicas, dissertações e teses e cerca de 100 trabalhos publicados.


Para quem esta pós-graduação é indicada?

A Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações é destinada a engenheiros civis e arquitetos com graduação devidamente concluída. A formação pode ser especialmente relacionada aos objetivos de profissionais que desejam aprofundar conhecimentos para trabalhar com:

- projeto e cálculo estrutural;

- estruturas de concreto armado;

- concreto protendido;

- fundações;

- estruturas pré-fabricadas;

- pontes de concreto;

- gestão e análise de projetos estruturais;

- ferramentas computacionais aplicadas às estruturas.


Também pode atender profissionais que já trabalham com projetos e desejam ampliar o domínio técnico sobre diferentes sistemas estruturais e etapas do processo.


Quando começa a Turma 45?

A nova turma da Pós-Graduação – Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações – Online terá sua abertura nos dias:

  • 25 de setembro de 2026 — sexta-feira
  • 26 de setembro de 2026 — sábado
  • 27 de setembro de 2026 — domingo


A especialização possui 400 horas de carga horária, duração prevista de 20 meses e será realizada na modalidade EAD – Online.


Perguntas frequentes sobre a Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações


O que é necessário estudar para se tornar projetista estrutural?

O projetista precisa desenvolver conhecimentos sobre análise e comportamento das estruturas, concepção, dimensionamento, detalhamento, materiais, sistemas estruturais, fundações, normas técnicas e ferramentas computacionais, entre outros temas relacionados ao tipo de projeto em que atua.


A pós-graduação ensina concreto armado e protendido?

Sim. A matriz possui 80 horas de Concreto Armado e 60 horas de Estruturas de Concreto Protendido.


A formação aborda fundações?

Sim. São duas disciplinas de Estruturas de Fundações, totalizando 40 horas.


O curso ensina TQS?

A especialização possui duas disciplinas de 20 horas dedicadas ao projeto, cálculo e verificação de estruturas de edificações em concreto armado utilizando programa computacional, com utilização do TQS.


Saber utilizar TQS é suficiente para ser projetista estrutural?

Não. O software auxilia modelagem, análise, dimensionamento, verificações e outras etapas, mas o profissional precisa dominar os fundamentos de Engenharia necessários para conceber o modelo e interpretar criticamente os resultados.


A pós-graduação aborda estruturas pré-fabricadas?

Sim. Existem três disciplinas de Estruturas Pré-Fabricadas de Concreto, totalizando 60 horas.


Há conteúdos sobre patologia e reforço estrutural?

Sim. A matriz possui uma disciplina de Introdução à Patologia e conteúdos de reforço de estruturas de concreto dentro dos Tópicos Especiais.


Arquitetos podem fazer a especialização?

Sim. De acordo com o público-alvo, a formação é destinada a engenheiros civis e arquitetos com graduação concluída.


Quanto tempo dura a pós-graduação?

A especialização possui 400 horas e duração de 20 meses, na modalidade online.


Por que se inscrever nesta turma?

O projeto estrutural exige que o profissional consiga transitar entre fundamentos teóricos, concepção, análise, dimensionamento, detalhamento e ferramentas computacionais.


A Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações foi estruturada justamente para aprofundar esse percurso. Ao longo de 400 horas, o aluno entra em contato com diferentes sistemas e situações de projeto, passando por concreto armado e protendido, fundações, pré-fabricados, pontes, patologia, reforço e tópicos especiais, além da aplicação de ferramentas computacionais.


Para quem pretende desenvolver atuação em cálculo estrutural, o diferencial está em compreender que o software é uma parte do processo. O resultado depende da capacidade de conceber a estrutura, entender seu comportamento, interpretar resultados e transformar as análises em um projeto tecnicamente consistente e executável.


Conclusão

Projetar uma estrutura de concreto envolve uma cadeia de decisões que começa na concepção e continua na modelagem, análise, dimensionamento, detalhamento e interação com as fundações. O domínio de ferramentas computacionais tornou-se parte importante dessa rotina, mas continua apoiado nos conhecimentos de Engenharia que permitem ao profissional avaliar criticamente cada decisão tomada durante o projeto.


A Turma 45 da Pós-Graduação – Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações, do INBEC, reúne esses conhecimentos em uma formação online de 400 horas e 20 meses, com conteúdos que percorrem diferentes frentes da Engenharia de Estruturas.


A nova turma terá início nos dias 25, 26 e 27 de setembro de 2026. Fale com a equipe do INBEC, consulte a disponibilidade de vagas e faça sua inscrição na nova turma da Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações.