PÓS-GRADUAÇÃO - ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SANEAMENTO BÁSICO E AMBIENTAL - HÍBRIDO

Pós-Graduação - Modalidade: Híbrido
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COMO FUNCIONA O MODELO DE CURSOS HÍBRIDOS
O termo híbrido diz respeito a algo que seja proveniente da mistura de dois ou mais elementos distintos. No caso do ensino híbrido, esses dois elementos seriam o ensino presencial e o ensino a distância. No caso dos nossos cursos de Especialização, teremos as 08 primeiras aulas online (ao vivo) e as 12 últimas aulas presenciais, com o curso podendo ter duração de até 20 meses.
  • Matrículas abertas
  • Vitória

OBJETIVOS

Capacitar e qualificar profissionais em engenharia de saneamento básico e ambiental, levando em  consideração as peculiaridades regionais e as diferentes técnicas e tecnologias, além de diferentes estruturas políticas, com ênfase para concepção e elaboração de projetos; operação, manutenção e gestão dos sistemas de saneamento.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Fornecer dados e embasamento teórico e prático para compreensão e aplicação de conceitos;

• Fornecer ferramentas e parâmetros para dimensionamento e elaboração de projetos de sistemas  de saneamento; 

• Propor ambiente de troca de informações e amplas discussões relacionadas ao tema saneamento  em metodologias pedagógicas específicas para cursos de pós-graduação, com dinâmicas de grupo, exercícios aplicados, cases e visitas técnicas; e 

• Formar profissionais qualificados para atendimento da demanda do mercado de projetos, obras e  operação/manutenção de sistemas de saneamento.


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JUSTIFICATIVA

No Brasil, segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS, em seu último Diagnóstico  dos Serviços de Água e Esgoto – 2013, lançado em dezembro de 2014, 93,0% da população urbana é atendida por rede de abastecimento de água e somente 56,3% é atendida com coleta de esgoto. Em relação ao esgoto gerado, somente 39,0% sofre algum tipo de tratamento. Neste cenário, mais de 60% do esgoto doméstico gerado no Brasil é lançado in natura nos corpos d’água e os outros quase 40% passam por tratamento, em uma tentativa por parte dos prestadores dos serviços de água e esgoto de enquadrarem os seus efluentes às legislações federal e/ou estadual. 

Em se tratando de resíduos sólidos urbanos, o quadro é ainda pior. Apesar de quase 100% da população  brasileira ter seus resíduos coletados com frequência regular, somente 55% desses resíduos são levados a um local de disposição final adequada, o aterro sanitário, segundo ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.

Ainda, no país, a Engenharia de Saneamento Ambiental encontra sérios problemas na operação de sistemas  já implantados de abastecimento de água, de coleta e tratamento de águas residuárias, de gestão de resíduos sólidos, de gestão de águas pluviais urbanas, de gestão de saúde pública, dentre outros, por falta principalmente de capacitação adequada, tanto de operadores como de gestores. 

A explicação para a baixa cobertura dos serviços de saneamento ambiental no Brasil está na ausência crônica de investimentos e no gargalo de financiamento do setor. De 2003 a 2009, o total dos investimentos públicos e privados em saneamento não chegou a R$ 7 bilhões por ano, segundo a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB). No setor de infraestrutura, o saneamento é o que menos recebeu investimentos ao longo desses anos. Em 2009, por exemplo, a área de transportes recebeu R$ 19,6 bilhões; energia elétrica, R$ 18,6 bilhões; petróleo e gás, R$ 60,8 bilhões; telecomunicações, R$ 15,9 bilhões – e o saneamento R$ 6,8 bilhões. No Programa de Aceleração do Crescimento II do Governo Federal (PAC II) aportou cerca de 22 bilhões de reais de 2011 a 2014, porém segundo o Instituto Trata Brasil, somente 15% das obras de esgoto foram concluídas.

Mesmo o momento atual brasileiro sendo de crise econômica, desaceleração, e consequentemente corte de gastos, nos próximos anos, os investimentos no setor deverão permanecer em crescimento, principalmente para atender a meta do governo federal de universalização dos sistemas. Porém, o mercado ainda é carente de profissionais de nível superior com amplo conhecimento prático em saneamento ambiental, associado ao embasamento teórico obtido na graduação. 

Dessa forma, a proposta do curso é qualificar profissionais da área de engenharia de saneamento ambiental,  para as novas tendências do mercado, visando aspectos emergentes no setor, como: Política Nacional de Resíduos Sólidos (2010); Política Nacional de Saneamento Básico (2007); Discussões sobre a Portaria 2914/2011 que determina parâmetros de potabilidade de água para consumo humano; Programas do governo federal de pesquisa e qualificação de profissionais (PROSAB e ReCESA); Eficiência energética em sistemas de abastecimento de água; Aproveitamento de água de chuva e medidas compensatórias; Tratamento de lixiviado de aterro sanitário; Remoção de nutrientes em tratamento de águas residuárias; Conservação, uso racional e reuso das águas; além de novas tecnologias para controle de poluição.

PÚBLICO ALVO

Engenheiros; Arquitetos; Técnicos de serviços de saneamento, graduados em curso superior reconhecido  pelo Conselho Nacional de Educação.


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